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Marina Gondin Ramos
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Cláudia Simões Advogada
Comentário ·
há 7 anos
A hipersexualização do homem preto: o racismo fetichista e a sociedade falocentrica
Perfil Removido
·
há 7 anos
Boa tarde. confesso que o assunto é novo aqui no site e o debate poderá ser intenso. Mas o assunto não é novo pelo mundo afora, lembrando do grande sucesso musical de Beyoncé If I were a boy, que traduzido rapidamente significa:
Se Eu Fosse Um Garoto
Se eu fosse um garoto
Mesmo que só por um dia
Eu levantaria da cama de manhã
E vestiria o que eu quisesse e iria
Beber cerveja com os caras
E paqueraria garotas
Sairia com quem eu quisesse
E eu nunca teria que ser encarada por isso
Porque eles ficariam do meu lado
Se eu fosse um garoto
Eu acho que poderia entender
Como é amar uma garota
Eu juro que seria um homem melhor
Eu a escutaria
Porque sei como dói
Quando você perde alguém que queria
Porque ele não te dá valor
E tudo que você tinha foi destruído
Se eu fosse um garoto
Eu desligaria meu telefone
Diria a todos que ele está quebrado
Então eles iriam pensar que eu estava dormindo sozinho
Me colocaria em primeiro lugar
E faria as regras pra seguir
Porque sei que ela seria fiel
Esperando que eu volte pra casa,
Que eu volte pra casa
É um pouco tarde demais para você voltar
Dizer que foi apenas um erro
Pensar que eu perdoaria você assim
Se você pensou que eu esperaria por você
Você pensou errado
Mas você é apenas um garoto
Se meu juízo, não me traiu, o livro Os Maias de Eça de Queiros, a personagem Miss Sara, também se dedicava a seduzir escravos negros para relações sexuais, logicamente longe da sociedade aristocrata.
Não é de hoje que esse assunto é evitado, talvez para não constranger homens brancos, talvez pq homens negros, sejam apenas negros. (captaram a mensagem né)
Não sei, cada um sabe de sua opinião, mas o que me incentivou ao comentário do assunto foram as opiniões, sem argumentos, me desculpem, podem ou não concordar com assunto, mas não pequemos por falacias envenenas por abalo de virilidade, ou por preconceito, ou por machismo, ou por feminismo, questões religiosas, enfim.
Confesso que não sei se concordo com o parecer da colega, em alguns pontos, vou refletir sobre o assunto, para formar meu argumento, para melhor contribuir para o debate, mas de forma alguma me sinto a vontade de ataca-lo sem o minimo de argumentos validos.
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Perfil Removido
Comentário ·
há 7 anos
A hipersexualização do homem preto: o racismo fetichista e a sociedade falocentrica
Perfil Removido
·
há 7 anos
Nobre colega, a sua fala representa apenas o quanto os homens são vítimas e devem permanecer em silêncio "pois de forma nenhuma representa a posição sexual de um homem hétero seja ele branco ou negro, diante do"assédio de uma mulher".".
Homem sofre não apenas assédio, como estupro - inclusive da própria esposa que dopa o marido ou espera ele ficar "bêbado" para ter mais um filho, que sóbrio ele recusa.
O homem não pode recusar mulher alguma, e sua fala reforça esse estereótipo, talvez porque nunca tenha sofrido na mão de chefes e colegas de trabalho e se sentido constrangido por apenas desejar trabalhar; receber presentes e convites e levar na "brincadeira" porque tem filhos para sustentar e se sentindo péssimo por ser casado.
Homem não só tem o direito, como pode e deve recusar qualquer mulher que ele não queira - talvez isso sim seja "ser homem", saber se valorizar e o que quer ao invés de seguir regras.
Mas talvez seja sorte a sua de não sofrer assédio...ou já sofreu tanto que acha que é sua obrigação acatá-los.
E sobre a censura do site, sinto pelo ocorrido, porém diferentemente do que você diz, aqui é o site que considero necessário ao diálogo, que permite sim diversos conteúdos. No seu caso creio não ter sido pelo site, mas por pessoas que não aceitaram sua opinião - e isso já me ocorreu após horas de publicação, mais de 5 mil visualizações e "ataques" nada educados e longe de qualquer debate saudável. Aconselho que poste novamente, talvez se alterar o título já resolva o problema - pois bem sabemos que boa parte das pessoas apenas leem a primeira frase.
Abs
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